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sábado, 3 de dezembro de 2011

D. Duarte contra extinção do feriado de 1 de Dezembro (in Diário de Notícias 01-Dez-2011)

O chefe da casa real portuguesa, Duarte Pio, afirmou hoje que a soberania de Portugal está ameaçada, considerando que a extinção do feriado do 1.º de Dezembro desvaloriza o dia que mais devia unir os portugueses.
“A soberania de Portugal está gravemente ameaçada”, disse Duarte Pio no discurso comemorativo da Restauração da Independência, proferido em Lisboa, defendendo que o país atravessa “uma das maiores crises da sua longa vida”.
Para o herdeiro da casa real, a actual crise constitui um risco para a soberania já que a história mostra que “sempre que o país ficou enfraquecido, aumentou a vulnerabilidade à perda da sua independência”.
Independência que, para Duarte Pio, está a ser desvalorizada “por alguns”, face “à ameaça de extinção do feriado evocativo do dia que mais devia unir os portugueses”.
O feriado de 1.º de Dezembro, que assinala a restauração da independência de Portugal face a Espanha em 1640, é um dos quatro que o Governo pretende extinguir como forma de aumentar a produtividade do país.
“A actual e humilhante dependência de Portugal dos credores internacionais é comparável à que resultou da crise financeira de 1890-1892″, que “levou ao fim do regime da monarquia democrática”, disse.
Em sua opinião “é urgente” criar um debate nacional para analisar os modelos económico e político “que estiveram na origem do depauperamento do Estado”, até porque “é notório que os portugueses não se revêem no modelo de representatividade política em vigor”.
“Porque não considerar outras formas de representação popular complementares, através de outro tipo de representantes mais directamente relacionadas com a população, por exemplo, oriundos dos municípios, modelo este com raízes mais profundas nas tradições históricas e culturais de Portugal”, questionou.
Além disso, adiantou, deve-se incentivar a autossuficiência económica, apostando nas actividades agrícolas e do mar.
Duarte Pio defendeu ainda a necessidade estratégica de aprofundar as relações com os países lusófonos, propondo a criação de um espaço económico comum aos países da CPLP que possa evoluir para uma confederação.
Criticando o “estilo de vida artificialmente cultivado nas últimas décadas”, Duarte Pio afirmou ser necessária “uma rigorosa responsabilização moral”, que julga dever começar com o esclarecimento pelos governantes sobre “o concreto destino dos avultados financiamentos resultantes dos compromissos assumidos pelo Estado ao abrigo do programa de assistência económica e financeira”.
Ainda assim, Duarte Pio garantiu confiar na “força anímica do povo”, em especial da juventude, para “restaurar Portugal”.
“Acredito que os nossos governantes tirem conclusões dos erros passados e que tenham a inteligência e vontade de corrigir o que ainda for possível emendar, colocando Portugal acima dos interesses partidários”, concluiu.
“A soberania de Portugal está gravemente ameaçada”, disse Duarte Pio no discurso comemorativo da Restauração da Independência, proferido em Lisboa, defendendo que o país atravessa “uma das maiores crises da sua longa vida”.
Para o herdeiro da casa real, a actual crise constitui um risco para a soberania já que a história mostra que “sempre que o país ficou enfraquecido, aumentou a vulnerabilidade à perda da sua independência”.
Independência que, para Duarte Pio, está a ser desvalorizada “por alguns”, face “à ameaça de extinção do feriado evocativo do dia que mais devia unir os portugueses”.
O feriado de 1.º de Dezembro, que assinala a restauração da independência de Portugal face a Espanha em 1640, é um dos quatro que o Governo pretende extinguir como forma de aumentar a produtividade do país.
“A actual e humilhante dependência de Portugal dos credores internacionais é comparável à que resultou da crise financeira de 1890-1892″, que “levou ao fim do regime da monarquia democrática”, disse.
Em sua opinião “é urgente” criar um debate nacional para analisar os modelos económico e político “que estiveram na origem do depauperamento do Estado”, até porque “é notório que os portugueses não se revêem no modelo de representatividade política em vigor”.
“Porque não considerar outras formas de representação popular complementares, através de outro tipo de representantes mais directamente relacionadas com a população, por exemplo, oriundos dos municípios, modelo este com raízes mais profundas nas tradições históricas e culturais de Portugal”, questionou.
Além disso, adiantou, deve-se incentivar a autossuficiência económica, apostando nas actividades agrícolas e do mar.
Duarte Pio defendeu ainda a necessidade estratégica de aprofundar as relações com os países lusófonos, propondo a criação de um espaço económico comum aos países da CPLP que possa evoluir para uma confederação.
Criticando o “estilo de vida artificialmente cultivado nas últimas décadas”, Duarte Pio afirmou ser necessária “uma rigorosa responsabilização moral”, que julga dever começar com o esclarecimento pelos governantes sobre “o concreto destino dos avultados financiamentos resultantes dos compromissos assumidos pelo Estado ao abrigo do programa de assistência económica e financeira”.
Ainda assim, Duarte Pio garantiu confiar na “força anímica do povo”, em especial da juventude, para “restaurar Portugal”.
“Acredito que os nossos governantes tirem conclusões dos erros passados e que tenham a inteligência e vontade de corrigir o que ainda for possível emendar, colocando Portugal acima dos interesses partidários”, concluiu.Fonte: Diário de Notícias

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

SAR O SENHOR DOM DUARTE DE BRAGANÇA - Blogue da Real Associação de Lisboa

Chefe da casa real portuguesa ao Diário de Notícias: ‎”Não podem ser perdoadas as práticas de má gestão quando foram praticadas com má fé e para obter benefícios”

Políticos devem ser responsabilizados

por LusaHoje
Duarte Pio

O pretendente ao trono português, Duarte Pio de Bragança, defende que os políticos sejam responsabilizados por má gestão quando tenha havido má fé ou obtenção de benefícios e admite que a actual situação de Portugal deve ser alvo de análise.
“É preciso moralizar a classe política. Como em qualquer profissão ou actividade, os políticos devem ser responsabilizados”, disse à Lusa Duarte Pio de Bragança.
“Não podem ser perdoadas as práticas de má gestão quando foram praticadas com má fé e para obter benefícios”, sublinhou o chefe da casa real portuguesa, dando como exemplo “grandes fortunas que abençoaram inexplicavelmente famílias de alguns políticos”.
Questionado sobre a possibilidade de ser aberto um inquérito parlamentar para apurar responsabilidades sobre a actual situação económica do país – como aconteceu na Irlanda – Duarte Pio admitiu ser necessário fazer uma análise.
“Quando uma situação corre mal, é necessário fazer uma análise para perceber o que aconteceu e para que não se repita no futuro. Esta situação não é diferente”, concluiu.
A crise financeira já foi alvo de investigações em dois países europeus – Islândia e Irlanda – e nos Estados Unidos, sendo que o Reino Unido decidiu investigar também as respostas da própria Comissão Europeia à crise.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Açores são um dos oito melhores destinos do mundo para turismo pedestre - Notícias - RTP Açores

Açores são um dos oito melhores destinos do mundo para turismo pedestre - Notícias - RTP Açores

Açores são um dos oito melhores destinos do mundo para turismo pedestre

O arquipélago dos Açores é um dos oito melhores destinos do mundo para turismo pedestre, revelou hoje o secretário regional da Economia, Vasco Cordeiro, citando a classificação dada pela revista especializada BootsAll Indie Travel.



"Os Açores têm-se afirmado como um destino de turismo de natureza", frisou Vasco Cordeiro, salientando a "aposta estratégica" do executivo regional nessa área.

O secretário regional da Economia falava em Vila do Porto, na ilha de Santa Maria, na cerimónia de abertura de dois trilhos pedestres, que se juntam aos 66 que já existem em todo o arquipélago.

"Estamos a trabalhar para que a presença dos Açores seja um facto junto dos principais operadores turísticos", afirmou, anunciando que, a partir do próximo ano, a Tuy Alemanha, o maior operador turístico deste país, passa a trabalhar também com os Açores.

"O mercado alemão é uma das nossas prioridades", frisou Vasco Cordeiro, recordando que se trata de um mercado com 80 milhões de pessoas.


(in RTP online)