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domingo, 5 de outubro de 2014

5 de Outubro de 1143

Na cidade de Zamora , no dia 5 de Outubro de 1143, D. Afonso VII, na presença do representante do Papa, o Cardeal Guido de Vico, reconhece a independência do Condado Portucalense, que adquire o estatuto de Reino, e confirma o título de Rei de D. Afonso Henriques, como Rei de Portugal.



terça-feira, 30 de setembro de 2014

5 de Outubro

 Na página do Facebook da Causa Real: "A Causa Real, tal como em anos anteriores, vai celebrar no 5 de Outubro o 871º aniversário da assinatura do Tratado de Zamora, motivo de união e regozijo para todos os portugueses.
Deste modo desafiamos os nossos amigos a estarem presentes na véspera Sábado dia 4 de Outubro pelas 22,00 no largo Camões com as vossas bandeiras, para celebrarmos esta data fundadora da independência nacional!"







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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

A Magna Carta de Portugal


"Em 1128 D. Afonso Henriques tomou conta do Condado Portugalense, e logo procurou obter o reconhecimento da sua independência. Em 1139, com a vitória na batalha de Ourique, o seu prestígio aumentou e ele passou a intitular-se rei de Portugal, título que foi reconhecido pelo Tratado de Samora por seu primo, Afonso VII, imperador de todas as Espanhas. No entanto faltava ainda o reconhecimento por parte do papa, uma vez que D. Afonso Henriques continuava a temer hipotéticas pretensões de seu primo, pois como tenente de Astorga, era ainda vassalo de Afonso VII. Em 1143 faz juramento de vassalagem ao papa, e no ano seguinte, em carta Claves regni celorum renova o juramento e compromete-se a pagar o censo anual de quatro onças de ouro, pedindo como contrapartida a protecção pontifícia e a garantia de que nenhum poder espiritual ou temporal interferiria no seu território. O portador da carta foi o arcebispo de Braga, D. João Peculiar, mas a iniciativa não teve sucesso por contrariar a política de Roma: a Santa Sé entendia que se impunha a união dos reinos cristãos da Península Ibérica, sob a dependência de Afonso VII, para se conseguir uma vitória sobre os muçulmanos. Lúcio II, pela bula Devotionem tuam, de 1 de Maio de 1144, aceita a vassalagem, o censo e a doação do território, mas dá ao rei simplesmente o título de "dux Portugallensis", e ignora as contrapartidas pedidas por D. Afonso Henriques. Sem desistir, o rei informa o papa de que alargara as fronteiras até ao Baixo-Alentejo, valorizando assim o território que doara à Santa Sé. Por ocasião da canonização de S. Rosendo, em 1173, o Cardeal-Legado, Jacinto, já incluiu D. Afonso entre os reis peninsulares, e finalmente Alexandre III concedeu-lhe o título de rei de Portugal, não a título de graça, mas por ter ficado provado, "manifestis probatum", que os seus feitos amplamente o mereciam. Esta bula, datada de Roma, 23 de Maio, é a Magna Carta de Portugal como estado de direito, livre e independente." (ANTT)

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

SAR O SENHOR DOM DUARTE DE BRAGANÇA - VISITA DA FAMÍLIA REAL PORTUGUESA A TIMOR








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segunda-feira, 14 de julho de 2014

S.A.R. o Príncipe da Beira investido como Cavaleiro da Ordem Soberana e Militar de Malta

 "A 21 de Junho S.A.R. o Príncipe da Beira foi investido com o grau de Cavaleiro da Ordem Soberana e Militar de Malta.
(fotografia do blog da Real Associação da Beira Litoral)



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Ordem Constantiniana para S.A.R. o Príncipe da Beira

"S.A.R., o Príncipe da Beira foi investido na Ordem Constantiniana de São Jorge pelo Grão-Mestre da Ordem, S.AR. o Príncipe D.Carlos de Bourbon-Duas Sicílias, Duque de Castro.
(fotografia do blog da familia real portuguesa)
"






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sexta-feira, 13 de junho de 2014

VIVA O REI

Photo: VIVA O REI

Dom Felipe VI, novo Rei da Espanha, é a prova de que a monarquia possui a fórmula da superação das crises, com um recomeço tranquilo, sem rupturas. As manifestações que ora vemos em poucas cidades espanholas, nada mais são do que os revanchistas que ainda querem manter abertas as chagas da guerra civil, e arvoram a bandeira da República comunista que Franco sepultou em 1939. 

Nessa hora que a democracia construída a partir de 1975, da qual o principal artífice foi o Rei D. Juan Carlos, precisa ser reforçada, essa minoria barulhenta deveria se envergonhar de querer trair aquele que transformou a Espanha num país digno, respeitado e importante, ao contrário da República infame que levou a Espanha à anarquia e à guerra civil da qual levantam a bandeira e da qual deveriam se envergonhar. 

A democracia espanhola, agora cada vez mais forte, só tem uma resposta aos cultuadores do passado. Vida o Rei.

– Texto escrito pelo Senhor Luís Severiano Soares Rodrigues, membro do Círculo Monárquico do Rio de Janeiro, e publicado no site “Estadão”.
Dom Felipe VI, novo Rei da Espanha, é a prova de que a monarquia possui a fórmula da superação das crises, com um recomeço tranquilo, sem rupturas. As manifestações que ora vemos em poucas cidades espanholas, nada mais são do que os revanchistas que ainda querem manter abertas as chagas da guerra civil, e arvoram a bandeira da República comunista que Franco sepultou em 1939.

Nessa hora que a democracia construída a partir de 1975, da qual o principal artífice foi o Rei D. Juan Carlos, precisa ser reforçada, essa minoria barulhenta deveria se envergonhar de querer trair aquele que transformou a Espanha num país digno, respeitado e importante, ao contrário da República infame que levou a Espanha à anarquia e à guerra civil da qual levantam a bandeira e da qual deveriam se envergonhar.

A democracia espanhola, agora cada vez mais forte, só tem uma resposta aos cultuadores do passado. Vida o Rei.

– Texto escrito pelo Senhor Luís Severiano Soares Rodrigues, membro do Círculo Monárquico do Rio de Janeiro, e publicado no site “Estadão”.